No mais recente episódio do programa Seguro Sem Mistério, gravado no estúdio de Florianópolis, a apresentadora Júlia Senna recebeu Auri Bertelli, candidato à presidência do Sindicato dos Corretores de Seguros de Santa Catarina pela Chapa 2, para uma conversa sobre sua extensa trajetória no mercado segurador e seus planos para a entidade. A eleição encerra no dia 26 de novembro.
Da seguradora à corretagem: 35 anos de transformação
Auri Bertelli chegou ao mercado de seguros por acaso, aos 17 anos, em 1968. “Vim para o mercado não com parentes, amigos ou pais no seguro. O meu foi acidental mesmo“, relatou. Começou como office boy na corretora Ajax, em Blumenau, e ao longo de 35 anos passou por empresas como Atalaia, Vera Cruz (atual MAPFRE), Paulista de Seguros (Liberty) e Porto Seguro.
Auri testemunhou profundas mudanças no setor. “O corretor tinha uma fidelidade. Trabalhava só com uma seguradora. Os corretores preferiam perder o negócio do que fazer outra seguradora“, recordou sobre os anos 1960 e 1970. “Muito diferente de hoje, que se não tivermos 30, 40 seguradoras no portfólio, vamos ficar fora de muitos negócios.”
Em 2004, deixou a Porto Seguro e fundou uma corretora em sociedade com 10 amigos, atuando como consultor. “Esse modelo foi se multiplicando. Por volta do ano 2000 para frente começou esse negócio de corretores se juntarem“, explicou. A empresa completa 21 anos em operação.
Sincor-SC: inovação e proximidade com a categoria
Auri candidatou-se pela primeira vez ao Sincor-SC em 2014, incentivado por colegas do mercado. “Viajei durante 35 anos todo o Estado. Vivia com os corretores, conhecia os problemas deles, dormia em casa de corretor quando viajava para o Oeste“, justificou sua proximidade com a categoria.
Eleito, liderou iniciativas inovadoras como o “Sincor na Estrada”, uma unidade móvel que percorria o Estado levando atendimento aos corretores em parceria com o Procon. Também criou programas sociais como o “Nascer Seguro”, que distribuía kits de enxoval para mães carentes, e o “Cultura de Seguros”, voltado para educação nas escolas.
Desafios e visão de futuro
Auri reconhece os desafios financeiros enfrentados pelo sindicato após o fim do DPVAT e do imposto sindical. “Nós tínhamos subsídios fortes. Isso tocava o sindicato“, explicou. Apesar disso, destaca a necessidade de profissionalização contínua e maior valorização da categoria.
“Hoje os corretores estão recebendo das seguradoras muitos serviços que são da seguradora, e não estão ganhando nada por isso além da comissão”, afirmou. Para ele, o papel do Sincor-SC é fundamental: “Essas transformações preocupam a entidade. Temos que levar essa preocupação para os corretores, que eles se habilitem, estudem mais, para desenvolver suas carteiras com mais eficiência.”
Com mais de cinco décadas de mercado, Auri volta agora como candidato pela Chapa 2, trazendo toda sua experiência e uma visão clara sobre os desafios do sindicato catarinense.
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