Só o desconto pode não ser suficiente: Por que o Incentivo, na Capitalização, ganha espaço nas grandes datas do varejo?

Confira o artigo de Vanusa Menezes, Gerente Nacional da modalidade de Incentivo da CAPEMISA Capitalização

A cada ano, datas como a Semana do Consumidor, Black Friday e, em 2026, a Copa do Mundo, concentram uma disputa cada vez mais intensa pela atenção do consumidor. Em um cenário saturado de ofertas, a pergunta que muitas empresas precisam enfrentar é simples: só reduzir o preço ainda é suficiente para se destacar?

O comportamento de consumo indica que não. Em períodos de grande movimentação comercial, o público se mostra mais aberto a participar de campanhas promocionais e a interagir com marcas que ofereçam algo além do desconto imediato – seja a possibilidade de premiação, seja a sensação de oportunidade.

É nesse contexto que a Capitalização, na modalidade de Incentivo, vem ganhando protagonismo nas estratégias promocionais. Ao viabilizarem campanhas com sorteios de forma regulamentada, empresas conseguem ampliar o apelo de suas ações sem enfrentar a complexidade operacional e jurídica das promoções comerciais tradicionais.

Dados recentes do setor, divulgados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), reforçam essa evolução. Em 2025, a modalidade de Incentivo arrecadou R$ 1,25 bilhão, expansão de 31,7% em relação ao ano anterior. Esse avanço está diretamente relacionado ao aumento da demanda por soluções promocionais estruturadas, que unam atratividade comercial e segurança regulatória.

Eventos de grande alcance, como a Copa do Mundo, intensificam esse movimento. O aumento da audiência, do consumo e da interação com marcas cria um ambiente em que ações promocionais mais robustas tendem a gerar melhores resultados. Empresas que conseguem associar suas campanhas a esse momento coletivo ampliam não apenas vendas, mas também visibilidade e lembrança de marca.

Mais do que uma alternativa técnica, a Capitalização de incentivo representa uma mudança de mentalidade. Em vez de competir apenas por preço, as empresas passam a disputar interesse, participação e expectativa. E, em um mercado no qual o consumidor é constantemente exposto a estímulos, gerar expectativa pode ser tão valioso quanto conceder desconto.

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Vanusa Menezes

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