Completar 40 anos no mercado de seguros vai além da longevidade. Na REP Seguros, isso representa uma trajetória construída sobre relacionamento, adaptação e visão, mas também inaugura uma etapa de crescimento, agora estruturada sob o modelo de holding e alinhada a um plano estratégico.
Fundada em 19 de maio de 1986, a companhia atravessou diferentes transformações do mercado segurador brasileiro até chegar a uma plataforma com atuação em seguros corporativos, benefícios, consultoria de riscos e soluções especializadas. Ciclos mercadológicos evidenciaram atributos que fundamentaram sua sólida reputação setorial, destacando-se o atendimento personalizado, a técnica e laços institucionais.
Rogério Cervi, chairman da REP e um dos responsáveis pela construção da trajetória da companhia, destaca que alguns movimentos foram decisivos na consolidação da empresa ao longo das últimas quatro décadas.
“O nascimento da REP representou a visão de três empreendedores que enxergavam oportunidades onde outros viam apenas um mercado tradicional. Essa origem reflete o DNA inovador que persiste até hoje. Um dos grandes diferenciais foi entender que nosso trabalho não era apenas vender seguros, mas compreender profundamente as necessidades dos clientes”, afirma.
Dentre os marcos destacados pelo gestor figuram a criação de uma metodologia própria de diagnóstico de apólices, desenvolvida logo nos primeiros anos da empresa, e a adoção de um direcionamento estratégico formal em 1994, movimento considerado pioneiro no segmento.
“Oito anos após sua fundação, enquanto muitos concorrentes ainda operavam de forma improvisada, a REP já estruturava um planejamento estratégico formal. Isso demonstrou maturidade gerencial precoce e visão de longo prazo”, destaca.
Continuidade do negócio
Outro capítulo importante da história foi o processo de sucessão familiar. A transição da liderança para os filhos Bruno e Felipe Cervi ocorreu de forma gradual e planejada, preservando os valores da companhia enquanto incorporava novas estratégias de crescimento e governança.
“A sucessão não foi um evento, mas um processo construído. Houve preparação, desenvolvimento de competências e definição clara de responsabilidades”, afirma Rogério.
Hoje, Bruno Cervi atua como CEO do grupo e Felipe Cervi ocupa a presidência da operação. Juntos, lideram uma fase marcada pela ampliação da estrutura empresarial, expansão por aquisições e fortalecimento da atuação nacional.
A atual composição societária também reflete esse movimento de expansão e integração das diferentes frentes do grupo. Francisco Biavaschi Glitz e Vicente Biavaschi Glitz atuam como vice-presidentes e sócios da REP. Na i8 Seguros, Matheus Dau responde como CEO da operação. Já na REP Benefícios, Maurício Junqueira atua como Diretor Comercial REP Benefícios e Denize Junqueira como Diretora REP Benefícios, reforçando a especialização e a estrutura de liderança da companhia.
Segundo Bruno, o mercado atual exige uma companhia mais preparada para crescer de forma integrada e sustentável.
“A REP deixou de ser apenas uma corretora corporativa. Hoje somos um grupo com diferentes frentes de atuação e precisávamos de uma estrutura capaz de sustentar esse crescimento”, explica.
Foi dentro desse contexto que a empresa formalizou, em 2025, sua estrutura de holding, movimento considerado estratégico para os próximos ciclos da organização.
“A holding traz mais organização, eficiência e capacidade de integração. Ela fortalece governança, gestão financeira, estratégia de M&A e compartilhamento de serviços entre as empresas do grupo”, afirma o executivo.
Crescimento apoiado em identidade
A expansão da REP também passa por aquisições e integração de novas operações. Segundo Bruno Cervi, o processo de avaliação vai além de indicadores financeiros.
“Analisamos receita, carteira e potencial de crescimento, mas o principal é entender se existe aderência cultural e complementaridade estratégica com o grupo”, afirma.
Felipe Cervi destaca que os movimentos de M&A realizados pela companhia acompanham a estratégia de crescimento sustentável e fortalecimento da atuação do grupo. Segundo o executivo, a REP estruturou um programa voltado a corretoras que buscam expandir sua presença no mercado, integrar operações ou planejar a sucessão do negócio com segurança e valorização patrimonial.
“Mais do que adquirir carteiras ou empresas, buscamos construir relações duradouras que preservem histórias, fortaleçam operações e ampliem oportunidades de crescimento”, afirma.
O executivo ressalta ainda que a estratégia de expansão da companhia também se apoia no programa de partnership da REP, iniciativa voltada ao desenvolvimento de lideranças e alinhamento cultural das operações.
Ele destaca que o maior desafio em processos de aquisição continua sendo a integração de culturas diferentes. “O desafio começa depois da assinatura. Precisamos unir histórias, equipes e formas de trabalhar dentro de um projeto comum, preservando competências e criando uma cultura de grupo ainda mais forte”, diz.
Felipe Cervi reforça que o alinhamento de propósito é determinante para o sucesso desse processo.
“Acreditamos que integração é um desafio, mas quando existe propósito comum, as pessoas ajudam a acelerar esse movimento”, destaca.
Trilha 30 e as próximas etapas
O planejamento estratégico da empresa até 2030, batizado de “Trilha 30”, reúne as metas de expansão da companhia para os próximos anos. O projeto envolve fortalecimento operacional, desenvolvimento de lideranças, evolução tecnológica e ampliação da capacidade de integração do grupo.
“A Trilha 30 será bem-sucedida se chegarmos a 2030 maiores, mais integrados, mais profissionalizados e ainda fiéis à essência que construiu nossa história”, afirma Bruno.
Segundo Felipe, o mercado segurador vive um momento de transformação acelerada, impulsionado por tecnologia, novas demandas de clientes e consolidação do setor.
“Estamos atentos às mudanças globais e preparando a estrutura da REP para ciclos constantes de adaptação e otimização”, afirma.
De olho no horizonte
Ao completar quatro décadas, a REP aposta em uma combinação entre tradição e renovação para seguir crescendo em um mercado cada vez mais competitivo e técnico.
Por fim, Rogério Cervi ressalta que a principal herança vai além da operação. “Não transmitimos apenas o controle da empresa, mas também sua cultura. Valores, práticas e relacionamento com clientes constituem heranças tão importantes quanto o patrimônio empresarial”, conclui.
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