No Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho, e durante a Semana Nacional do Meio Ambiente, a Zurich Seguros consolida uma visão em que desenvolvimento e preservação caminham juntos. Longe de ser uma agenda isolada, a sustentabilidade na companhia é parte do seu próprio modelo de negócios, com foco na mitigação de riscos climáticos e na geração de valor a longo prazo.
“A pauta ambiental hoje está integrada à nossa estratégia no Brasil e orienta, de forma prática, como a companhia toma decisão e atua no negócio“, explica Nathalia Abreu, superintendente de Sustentabilidade e Responsabilidade Social Corporativa da Zurich Seguros.
“Atuamos com base no que chamamos de ‘otimismo bem-informado’: reconhecemos os riscos climáticos atuais, mas também atuar de forma consistente para apoiar nossos clientes e a sociedade na construção de soluções”, afirma Nathalia.
Essa diretriz reflete a priorização do ODS 13 (Ação contra a mudança global do clima), conectando iniciativas internas, relacionamento com clientes e projetos externos a partir da matriz de materialidade e dos estudos de risco da seguradora.
Na prática, isso se traduz tanto na evolução operacional quanto em soluções de mercado. Um exemplo é o Zurich Recicla, que atua na destinação adequada de salvados de sinistros, promovendo o reuso e a reciclagem de materiais que poderiam gerar impacto ambiental, como a contaminação do solo. Além disso, a empresa avança em seguros para energia renovável, serviços de avaliação de riscos climáticos e ações voltadas à cadeia de fornecedores.
Da floresta para o mercado: bioeconomia na Amazônia
Uma das principais parcerias da Zurich é com a rede Origens Brasil, que conecta populações tradicionais a empresas comprometidas com o comércio ético e rastreável, incentivando a economia da floresta em pé.
O projeto já beneficiou diretamente mais de 5.700 pessoas e envolveu 77 grupos étnicos, incluindo povos indígenas, quilombolas, ribeirinhos e comunidades extrativistas. Além do impacto econômico, a ação gera ganhos concretos em autonomia e valorização cultural.
Nathalia ressalta que essa agenda está diretamente conectada ao negócio da seguradora, já que eventos climáticos extremos impactam o setor no dia a dia.
“Fortalecer economicamente quem vive na floresta é uma forma concreta de contribuir para sua conservação e responder aos riscos climáticos“, pontua.

Regeneração na Mata Atlântica e a meta de 1 milhão de árvores
Por meio do Projeto Floresta Zurich, desenvolvido em parceria com o Instituto Terra, a companhia apoia a recomposição da Mata Atlântica na Bacia do Rio Doce. O projeto já alcançou a marca de mais de 700 mil mudas nativas plantadas, caminhando em direção à meta final de 1 milhão de árvores ao longo de oito anos.
O foco está na regeneração de ecossistemas e na recomposição de funções ambientais essenciais, como a proteção de nascentes.
“A restauração ambiental não termina no plantio, ela exige cuidado, acompanhamento técnico e avaliação contínua“, esclarece a superintendente.
O monitoramento conta com auditorias independentes para garantir a transparência dos resultados.
Educação Ambiental e Empregos Verdes com o NERE
A parceria com o Instituto Terra também contempla o Núcleo de Educação e Restauração Ecossistêmica (NERE), programa que oferece formação técnica de 11 meses para jovens, muitos em vulnerabilidade social residentes em áreas rurais do Vale do Rio Doce.
A iniciativa ataca diretamente um gap de qualificação para o mercado do futuro. O Brasil tem potencial para gerar cerca de 7 milhões de empregos verdes até 2030 em áreas como bioeconomia, energia renovável e economia circular. Sem capacitação, as populações mais vulneráveis correriam o risco de ficar de fora dessas oportunidades.
“O NERE prepara jovens para ocupar essas posições e amplia a perspectivas de renda e desenvolvimento local”, afirma a executiva.
O projeto também expande sua atuação para escolas públicas da região, com a meta de impactar até 10 mil pessoas.
Sustentabilidade viva na Cultura Organizacional
Para a Zurich, o exemplo prático começa de dentro da empresa. Recentemente, os resultados internos demonstraram a força desse pilar: 87% dos colaboradores participaram ativamente de ações sociais e ambientais (como o plantio de mini florestas em escolas), somando mais de 10 mil horas dedicadas.
“Entendemos que a sustentabilidade precisa fazer parte da cultura organizacional“, pontua Nathalia.
A companhia promove o Mês da Sustentabilidade em junho e o Mês do Clima em setembro, estimulando hábitos individuais como o reaproveitamento de alimentos e a moda circular no dia a dia.
Ação conjunta e escala global
Toda a atuação da seguradora é orientada pela convicção de que os desafios ambientais complexos exigem responsabilidade coletiva e urgente, com a o setor privado atuando como agente de transformação.
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