Nova iniciativa da Tokio Marine aposta na educação como caminho para transformar futuros

Seguradora reúne projetos já consolidados e inaugura uma estrutura permanente voltada ao desenvolvimento de crianças e jovens por meio da educação, da leitura e da inclusão produtiva
Massaki Itakura, Diretor Executivo de Estratégia Corporativa da Tokio Marine Seguradora no Brasil e Presidente do Instituto Tokio Marine Gerações Futuras.

 

A Tokio Marine inaugurou o Instituto Tokio Marine Gerações Futuras, abrindo uma etapa em sua atuação na área de responsabilidade social, mesmo momento em que comemora 67 anos de história no Brasil. A iniciativa centraliza e dá continuidade às ações promovidas pela Seguradora em anos anteriores.

O Instituto nasce com a proposta de acompanhar crianças e jovens em diferentes etapas, da infância à entrada no mercado de trabalho, fortalecendo oportunidades de aprendizagem, formação e autonomia.

Segundo Massaki Itakura, Diretor Executivo de Estratégia Corporativa da Tokio Marine Seguradora no Brasil e Presidente do Instituto Tokio Marine Gerações Futuras, o lançamento representa a evolução de um trabalho construído ao longo dos anos.

O Instituto nasce em um momento simbólico para a companhia, que completa mais um ano de presença no Brasil. É uma evolução natural de uma trajetória marcada por investimentos em educação, incentivo à leitura, formação de jovens e inclusão produtiva. Mais do que celebrar essa história, queremos consolidar esse legado em uma estrutura permanente, capaz de ampliar o alcance das iniciativas e fortalecer nosso compromisso com o desenvolvimento social sustentável.

Projetos como o Sementes do Brasil e o Tokio Millennium, que já apresentavam resultados na formação de jovens e na inserção profissional, passam agora a integrar uma mesma estrutura.

Para Itakura, essa organização amplia o potencial das iniciativas. “A consolidação traz mais integração, governança, visão de longo prazo e capacidade de mensuração de resultados. Estes programas ampliam o desenvolvimento humano, fortalecendo o engajamento de Colaboradores e parceiros e criando condições para ampliar iniciativas existentes e desenvolver novos projetos.”

A definição dos pilares também segue essa lógica. Educação, leitura e inclusão produtiva foram escolhidas por atuarem diretamente na construção de oportunidades e na redução das desigualdades sociais.

A leitura e a educação são instrumentos fundamentais para o desenvolvimento cognitivo, emocional e social. Já a inclusão produtiva transforma aprendizado em oportunidades concretas de geração de renda e autonomia. Acreditamos que acompanhar essa trajetória, da infância ao ingresso no mercado de trabalho, é uma forma efetiva de promover a mobilidade social.

Na infância, o destaque fica por conta do Broto da Cultura, primeiro projeto concebido integralmente pelo Instituto, com foco no incentivo à leitura. Já durante a adolescência, o Sementes do Brasil oferece formação técnica, desenvolvimento socioemocional, mentorias e preparação profissional. O ciclo se completa com o Tokio Millennium, que amplia as oportunidades de estágio e de inserção no mercado de trabalho.

O Instituto foi estruturado justamente para apoiar diferentes fases do desenvolvimento. Queremos conectar essas etapas de aprendizagem e oferecer uma rede de apoio que acompanhe crianças e jovens na construção de seus projetos de vida.

Entre as primeiras iniciativas da organização está o Broto da Cultura, projeto voltado ao estímulo da leitura na primeira infância. Além da distribuição de livros infantis, a proposta inclui mediação de leitura, contação de histórias e atividades culturais em escolas públicas, hospitais, instituições de acolhimento e organizações sociais.

Segundo Itakura, o objetivo vai além da entrega de exemplares. A formação de leitores acontece quando existe conexão, estímulo e mediação. O hábito precisa ser uma experiência acolhedora e significativa. Quando isso acontece, ela deixa de ser apenas uma atividade escolar e passa a ser uma ferramenta de descoberta, imaginação e desenvolvimento pessoal.

O executivo destaca que iniciativas desse tipo ajudam a enfrentar um desafio ainda presente no país: a desigualdade no acesso aos livros e à formação de leitores. A criação de institutos corporativos indica uma mudança na forma como o setor privado assume sua responsabilidade diante da sociedade.

Ao levar livros de qualidade e promover experiências, conseguimos alcançar crianças que frequentemente têm menos oportunidades de contato com o universo literário. A leitura é um direito e uma ferramenta importante de inclusão social. Estruturas como institutos permitem conduzir investimentos com planejamento, continuidade, transparência e capacidade de mensurar impactos. No caso da Tokio Marine, formalizamos uma estratégia que já vinha sendo construída há anos.

O voluntariado corporativo também ocupa papel nessa estratégia, especialmente por meio das mentorias desenvolvidas pelos profissionais da seguradora. A combinação entre investimento social, participação dos colaboradores e visão de longo prazo permite transformar iniciativas em histórias reais de desenvolvimento e inclusão. Nosso propósito é plantar sementes hoje que se transformem em oportunidades concretas para as próximas gerações.

Crédito foto:

Divulgação Tokio Marine Seguradora

Crédito texto:

Fernanda Torres

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