A telemedicina, ferramenta que se destacou durante a pandemia, segue transformando o acesso à saúde no Brasil. Mas será que tudo o que escutamos sobre o serviço é verdade? Para esclarecer os mitos por trás dessa inovação, convidamos o Dr. Fernando Tarter, Médico Responsável Técnico da Vital Help, para uma conversa esclarecedora.
Redução de Custos
Uma das vantagens é a otimização de recursos tanto para pacientes quanto para instituições de saúde. Segundo o Dr. Tarter, o atendimento remoto elimina gastos com deslocamento e reduz despesas operacionais em hospitais e clínicas.
“Pacientes ganham em praticidade, com atendimento domiciliar, enquanto instituições de saúde economizam e expandem sua capacidade de atendimento“, explica.
Segurança dos dados
Embora haja preocupação com a segurança dos dados médicos, as consultas são realizadas por plataformas protegidas com criptografia. Além disso, a prática segue as diretrizes da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
Exames físicos à distância
Já existem dispositivos tecnológicos que permitem a realização de exames físicos remotos, como ausculta cardíaca e pulmonar, otoscopia e oroscopia. No Brasil, ferramentas como o TytoCare já são utilizadas por hospitais, planos de saúde e universidades.
“Com o suporte desses dispositivos, conseguimos realizar avaliações precisas, sem a necessidade de deslocamento“, destaca o especialista.
Além da atenção primária
Outro mito comum é o de que a telemedicina se restringe a consultas básicas. Na realidade, ela tem sido utilizada em diagnósticos complexos, monitoramento de pacientes internados e até mesmo na comunicação entre especialistas para decisões médicas assertivas.
Rede Pública
Se antes era um serviço restrito a convênios e clínicas particulares, hoje faz parte da rede pública em diversas cidades. Um exemplo, são os 43 mil estudantes do ensino fundamental da rede municipal de Porto Alegre que estão sendo beneficiados com atendimento em saúde dentro das escolas.
Médicos mantêm a mesma qualidade
A ideia de que o atendimento remoto compromete a qualidade da assistência médica também não se sustenta. Os profissionais que atuam na telemedicina são os mesmos que atendem presencialmente, seguindo as diretrizes do Conselho Federal de Medicina e da Associação Médica Brasileira
“A telemedicina amplia as possibilidades de atendimento, permitindo que mais pessoas tenham acesso aos especialistas“, finaliza Tarter.
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