Desafios entre carga e responsabilidade pautam o mercado

Seguro Transporte e RC-V se complementam em um cenário de logística fragmentada e riscos ampliados.
Bruna Dal Pubel, Coordenadora do setor de Seguro de Transporte da Patzlaff.

 

Com o aumento da circulação de mercadorias, a intensificação do e-commerce e a ampliação das cadeias logísticas, cresce também a demanda das empresas por orientação especializada em seguros de transporte. Na Patzlaff Corretora de Seguros, as dúvidas relacionadas a coberturas, responsabilidades e exigências legais são frequentes, especialmente quando o assunto envolve Seguro de Transporte e Responsabilidade Civil de Veículos (RC-V).

Segundo a coordenadora do setor de Seguro de Transporte da Patzlaff, Bruna Dal Pubel, a complexidade das operações atuais exige uma visão integrada de proteção. “Os principais riscos continuam sendo roubo de carga, acidentes, tombamentos, avarias, extravios e eventos climáticos. O Seguro Transporte protege a mercadoria, enquanto o RC-V cobre danos materiais e corporais causados a terceiros pelo veículo. São coberturas diferentes, mas complementares, que juntas protegem tanto a carga quanto a responsabilidade da empresa”, explica.

Na prática, muitos prejuízos decorrem de falhas na contratação. Entre os erros habituais estão limites de indenização abaixo do valor real das cargas, mercadorias novas que não foram incluídas na apólice, descumprimento das exigências de gerenciamento de risco, falhas no processo de averbação e dúvidas sobre quem responde pelo seguro – embarcador ou transportador.

O avanço do comércio eletrônico e a terceirização do tráfego também trouxeram desafios ao mercado segurador. O aumento de embarques fracionados, as rotas urbanas mais complexas e a ampliação da cadeia de responsabilidade elevaram o nível de exposição aos riscos. Nesse contexto, cresce a busca por seguros mais amplos, limites maiores e coberturas específicas, ajustadas à realidade de cada operação.

Diante desse cenário, a corretora ganha ainda mais relevância. Na Patzlaff, o trabalho vai além da intermediação da apólice. A equipe analisa a operação do cliente e traduz as coberturas de forma prática, detalhando o que está ou não coberto, os limites adequados e os riscos de negativa de indenização. “Nosso foco é fazer com que o cliente compreenda exatamente o que está contratando e quais seguros são necessários para estar em conformidade com a legislação”, ressalta a coordenadora.

Esse acompanhamento é fundamental, principalmente em momentos de sinistro. A corretora atua desde o aviso da ocorrência, orienta na organização da documentação e faz a ponte entre seguradora, regulador e cliente. Esse suporte reduz erros, evita atrasos e diminui o risco de negativas de indenização.

Para Bruna Dal Pubel, há um ponto que não pode ser negligenciado: a apólice precisa ser revisada com frequência. “A operação muda, os riscos mudam e precisamos acompanhar essa evolução. Manter as apólices atualizadas é uma medida essencial para garantir proteção efetiva e segurança financeira”, conclui.

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Fernanda Torres

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