Para muitos jovens, pagar todo mês por algo que “talvez nunca use” parece injusto, sobretudo quando o dinheiro já não sobra e há outras prioridades mais visíveis, do aluguel ao streaming
1. A lógica mental do “pagar e não ver”
Quando o jovem paga aluguel, vê o teto; quando paga transporte, chega ao destino; quando paga lazer, recebe prazer imediato. Já o seguro entrega algo invisível: a ausência de perda.
Isso ativa alguns mecanismos psicológicos conhecidos:
Na prática, o seguro assume o risco no lugar da pessoa, um serviço de alto valor, mas que só fica evidente no pior dia, não no dia do pagamento.
2. Orçamento apertado e hierarquia de contas
Nesse cenário, o seguro aparece como despesa defensiva: não melhora a vida hoje, apenas evita um problema amanhã – e perde espaço para tudo o que gera sensação imediata de vida acontecendo.
3. Lacunas de educação financeira e securitária
A maioria dos jovens aprende a lidar com dinheiro de forma empírica:
Sem essa estrutura, o seguro vira apenas “mais uma conta”, não uma ferramenta de gestão de risco.
4. Produto comunicado para “outro tipo de gente”
Durante décadas, o seguro – especialmente o de vida – foi comunicado com foco em:
Para quem está começando a vida, a mensagem implícita é: “isso não é sobre você ainda”.
Enquanto isso, os riscos reais da juventude são outros:
Quando o seguro não conversa com esses cenários, ele permanece abstrato.
5. Contratos difíceis e ausência de histórias reais
O próprio “design” do produto afasta:
Ao mesmo tempo, circulam poucas histórias positivas
Sem narrativas reais, o imaginário coletivo é dominado por relatos negativos, reforçando desconfiança.
6. O início da virada de chave
Alguns fatores começam a mudar essa percepção:
Quando o jovem entende o seguro como:
7. O que precisa acontecer para o seguro sair da coluna “gastos”
Educação que antecipa o problema
Simulações simples mostrando o custo real de um evento sério sem seguro e a diferença prática com proteção.
Foco nos riscos reais da juventude
Coberturas para renda, saúde, equipamentos, mobilidade e tempo — os ativos centrais dessa fase da vida.
Comunicação baseada em histórias
Casos reais, linguagem clara, comparação direta de valores: “sem seguro, prejuízo de R$ X; com seguro, custo mensal de R$ Y”.
Experiência simples e digital
Contratação rápida, atendimento por canais familiares e transparência total no uso do produto.
Quando o seguro passa a ser visto como um custo pequeno para proteger tudo o que o jovem leva anos para construir, ele deixa de ser percebido como gasto e passa a ser entendido como ferramenta básica da vida adulta.
Crédito foto:
Crédito texto:
Publicado por:
Desde 1999, nos dedicamos a disseminar informação segura, inteligente e de alta qualidade para o mercado de seguros. Nossa missão é ser a voz e a imagem de um setor essencial, que desempenha um papel crucial na proteção e no planejamento das vidas das pessoas.
Com compromisso e credibilidade, trabalhamos para conectar profissionais, empresas e consumidores, promovendo uma compreensão mais ampla e acessível sobre a importância dos seguros. Nosso objetivo é não apenas informar, mas também inspirar e fortalecer a confiança em um mercado que impacta diretamente a segurança e o bem-estar da sociedade.
JRS.Digital
CNPJ – 41769103000106
Endereço:
Av. Diário de Notícias, 200 – 1.406
Cristal, Porto Alegre (RS)
CEP: 90810-080
Telefone:
(51) 98140-0475 | (51) 99314-9970
Conteúdo e pauta:
redacao@jrscomunicacao.com.br
Comercial:
julia@jrscomunicacao.com.br
Desenvolvido por B36 Marketing | Todos os Direitos reservados JRS.DIGITAL