Pansera defende colaboração entre corretores para ampliar negócios durante Congresso no Rio

Ricardo Pansera afirma que a troca de especializações permite atender melhor o consumidor e evitar a perda de oportunidades
Ricardo Pansera, presidente da Pansera Corretora de Seguros.

 

O corretor de seguros não precisa conhecer profundamente todos os segmentos do mercado, mas precisa saber a quem recorrer quando surgir uma oportunidade fora de sua especialidade. A reflexão é de Ricardo Pansera, presidente da Pansera Corretora de Seguros, durante o 24º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros, realizado entre os dias 27 e 29 de agosto, no Rio de Janeiro.

Promovido pela Fenacor, o evento reúne corretores, seguradoras, prestadores de serviços e lideranças de diferentes regiões do país. Para Pansera, além de apresentar tendências e aproximar os profissionais das companhias, o Congresso oferece um ambiente especialmente favorável à formação de conexões que podem se transformar em novos negócios.

“Sem a presença e a força do corretor de seguros, um evento dessa grandeza não acontece. É uma oportunidade ímpar de mostrar não apenas para o mercado, mas especialmente para o consumidor e para a sociedade, o quanto o seguro é importante para proteger a vida das pessoas, seus bens, sua saúde e suas conquistas”, afirma.

Em um mercado com produtos e riscos cada vez mais diversos, Pansera considera pouco realista esperar que um único profissional domine todas as áreas. Na prática, uma demanda por seguro aeronáutico, rural, empresarial ou de responsabilidade civil, por exemplo, pode exigir conhecimentos que não fazem parte da rotina daquele corretor.

Em vez de recusar a oportunidade ou tentar conduzi-la sem o domínio necessário, ele recomenda buscar o apoio de profissionais especializados.

“Se você é especialista em alguns segmentos e surge um negócio que não domina, não hesite em procurar um parceiro. A partir dessa relação, é possível buscar o negócio em conjunto. Isso pode ser o embrião de uma parceria muito mais promissora”, orienta.

A colaboração também tende a gerar reciprocidade. Quem contribui com sua experiência em determinado ramo pode procurar o outro profissional quando encontrar uma demanda que exija conhecimentos diferentes. Dessa forma, os corretores preservam oportunidades, ampliam sua capacidade de atendimento e entregam uma orientação mais qualificada ao consumidor.

Para Pansera, encontros como o Congresso ajudam a criar essas pontes e demonstram que a cooperação não reduz o espaço de nenhum profissional. Ao contrário: permite reunir competências, acessar novos mercados e levar soluções de proteção a um número maior de pessoas.

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Fernanda Torres

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