Quando o seguro deixa de ser custo e passa a ser estratégia no transporte de cargas

Atuação consultiva, prevenção de riscos e conformidade legal reposicionam apólice nas operações logísticas.
Fabiano Stringhini, sócio da Patzlaff.

 

Operações logísticas complexas e normas regulatórias transformam o seguro de transporte em estratégia de sustentabilidade das empresas. Nesse cenário, o modelo tradicional de contratação de apólices dá lugar a uma atuação consultiva, próxima da realidade operacional e focada na prevenção de riscos. É a partir dessa lógica que a Patzlaff Corretora de Seguros constrói, no dia a dia, seu trabalho ao lado das companhias do setor.

Segundo Fabiano Stringhini, sócio da Patzlaff, a consultoria começa muito antes da emissão da apólice. “Nosso papel vai além da contratação do seguro. Atuamos de forma próxima às transportadoras, entendendo a operação como um todo: fluxos logísticos, tipos de carga, rotas, perfil dos motoristas e processos internos. A partir desse diagnóstico, orientamos sobre gestão de riscos, adequação de coberturas e prevenção de perdas”, explica.

Esse acompanhamento contínuo percorre todo o ciclo de proteção. A consultoria se mostra decisiva desde o planejamento da operação, quando são definidos protocolos de segurança e critérios de gerenciamento de riscos, passando pela vigência do seguro — fase em que mudanças operacionais precisam ser rapidamente refletidas nas coberturas — até o pós-sinistro.

Antes de recomendar qualquer plano de segurança ou estrutura de seguros, a Patzlaff examina a operação logística e fundamenta sugestões de proteção em diagnósticos técnicos. O estudo abrange valores de mercadorias, rotas habituais e zonas de vulnerabilidade acentuada. Histórico de sinistros, perfil da frota e processos internos do negócio validam a estratégia. “Também levamos em conta as exigências específicas das seguradoras e do mercado, para entregar soluções tecnicamente adequadas e financeiramente eficientes”, afirma.

A personalização é um dos pilares desse trabalho. De acordo com o sócio da corretora, não existe solução padrão em transporte de cargas. “Cada transportadora tem uma realidade própria. Adaptamos as soluções conforme o porte da empresa, a complexidade das rotas e as particularidades de cada carga. Isso evita tanto a subcontratação quanto custos desnecessários”, pontua.

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Fernanda Torres

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