Retomada do turismo impulsiona seguro de viagem e reforça papel da consultoria especializada

Com mais informação e riscos no radar, viajantes buscam proteção adequada ao destino.
Julcinéia Kochém, Coordenadora do setor de seguro de vida.

 

A movimentação do turismo, traz o seguro de viagem de volta aos roteiros nacionais e internacionais. Na avaliação da Patzlaff Corretora de Seguros, a demanda pelo produto cresce de forma expressiva, acompanhando não apenas o aumento do fluxo de viajantes, mas também uma mudança no comportamento do consumidor.

De acordo com Julcinéia Kochem, coordenadora do setor de Seguro de Vida da corretora, o movimento é evidente. “Observamos um crescimento significativo na procura por seguros de viagem, impulsionado principalmente pela retomada das viagens internacionais e pela exigência do seguro em alguns países como condição obrigatória de entrada”, afirma.

A percepção de risco também mudou após a pandemia. Os viajantes priorizam o auxílio em seus trajetos, especialmente ao compreender que imprevistos médicos, cancelamentos e falhas operacionais elevam as faturas.

Proteções sob medida

Além do crescimento na demanda, o perfil também mudou. Com diversas informações e conectado, o consumidor compara preços em plataformas digitais, avalia as coberturas oferecidas por cartões de crédito e considera as orientações de agências antes da decisão. Esse ambiente, segundo a especialista, reforça a importância da orientação técnica.

Cresce a necessidade de uma consultoria especializada para garantir que o seguro contratado seja adequado ao destino e ao perfil do viajante”, explica.

A corretora identifica uma diversificação nas modalidades. Intercâmbios, viagens em família, turismo de experiência, estadias prolongadas e o aumento de viajantes com mais idade exigem coberturas amplas e específicas. “Esses perfis demandam seguros mais completos, com capitais e cláusulas ajustadas à realidade de cada viagem”, acrescenta.

Riscos permanecem — e podem ser elevados

Os principais riscos enfrentados pelos viajantes continuam relacionados a doenças e acidentes, sobretudo no exterior, onde despesas médicas e hospitalares podem atingir valores expressivos.

No Brasil, embora os custos sejam menores, o acesso rápido à rede privada e a logística em situações de emergência ainda justificam a contratação”, observa Julcinéia.

Incidentes com malas e voos tardios somam-se aos riscos clínicos. Falhas logísticas ou cancelamentos repentinos prejudicam o percurso. Além de imprevistos operacionais que comprometem o bem-estar do turista.

Apesar do aumento da conscientização, a escolha baseada exclusivamente no preço ainda é o erro mais recorrente. “Muitas vezes, o viajante planeja o passeio por meses, mas acaba colocando tudo em risco ao contratar uma apólice inadequada”, alerta.

O erro mais comum ainda é a escolha baseada exclusivamente no preço, sem uma análise adequada das coberturas e dos capitais contratados. Muitas vezes, o viajante planeja a viagem por meses, mas acaba colocando tudo em risco ao contratar um seguro inadequado.

Aliado da experiência

A executiva reforça que cada jornada tem características próprias. Destino, duração, idade do indivíduo e atividades previstas influenciam na estrutura do contrato.

Uma consultoria personalizada evita lacunas de cobertura, orienta sobre limites e exclusões e assegura que, em caso de imprevisto, o suporte seja adequado. Isso transforma o seguro em aliado da experiência, e não em problema durante a viagem“, conclui.

Em um cenário de retomada do turismo , o seguro de viagem reafirma seu papel como exigência regulatória em alguns destinos, e instrumento de proteção financeira e segurança pessoal, integrado à cultura de planejamento do brasileiro.

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Divulgação Patzlaff Seguros

Crédito texto:

Fernanda Torres

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