Neste ciclo de 2026, inovação, escuta ativa e adaptação surgem como requisitos obrigatórios para a sobrevivência e expansão. E isso abre caminhos para a Azos. Perante processos historicamente complexos, a insurtech prioriza a tecnologia aplicada com propósito e o diálogo junto aos corretores e parceiros na entrega de soluções práticas. Resultados comprovam esse método: no ano passado, a empresa dobrou o faturamento após quase triplicar o resultado em 2024, e já reúne mais de 11 mil corretores parceiros em todo o país.
Para Bernardo Ribeiro, cofundador da Azos, o cenário brasileiro representa uma oportunidade estrutural ainda pouco explorada. “O mercado de seguros de vida cresce a dois dígitos há anos, mas a penetração ainda é muito inferior à de países vizinhos como Peru, Colômbia e México. Isso mostra o tamanho do espaço que ainda existe para crescer”, afirma. Segundo ele, destravar esse potencial passa, necessariamente, pela ruptura com modelos tradicionais e por investimentos consistentes em tecnologia, escala e experiência.
Ao mesmo tempo, cenários de incerteza econômica, eventos climáticos recorrentes e transformações sociais recolocam a proteção financeira no centro das decisões das famílias brasileiras. Modelos tradicionais, exemplo do pecúlio, conquistam a procura por previsibilidade e proteção perante riscos frequentes. Referência nesse setor, o GBOEX monitora as tendências do mercado e as demandas reais dos clientes.
Segundo Ana Maria Pinto, superintendente Comercial, Comunicação e Marketing do GBOEX, embora a adesão ao seguro de vida, à previdência de risco e ao pecúlio ainda seja baixa no Brasil quando comparada a outros ramos, há um movimento consistente de conscientização. “O que está mudando é a ampliação da cultura de ser previdente. As pessoas passaram a perceber que riscos ambientais, violência, longevidade e a incerteza sobre imprevistos no presente ou no futuro são reais e exigem planejamento financeiro para garantir estabilidade emocional e segurança”, observa.
Essa lógica de adaptação também se reflete no campo da saúde suplementar. Em um sistema pressionado por filas no setor público e por custos elevados nos planos tradicionais, a Benemed vem ganhando espaço ao apresentar o conceito da chamada “Terceira Via de Acesso à Saúde”. O modelo, detalhado por Cesar Menezes, Chief Planning Officer da companhia, propõe uma alternativa entre o SUS e os planos regulamentados, reunindo prevenção, atenção primária e conveniência digital em uma estrutura acessível e abrangente.
A proposta inclui telemedicina 24 horas, orientação médica, rede física com descontos, odontologia, exames, saúde mental, bem-estar, medicamentos com redução significativa de custo, além de serviços como assistência pet e residencial. O foco recai especialmente sobre os brasileiros que historicamente ficaram à margem das soluções convencionais, incluindo a parcela expressiva da população sem plano de saúde e trabalhadores sem benefícios médicos.
No campo patrimonial, os impactos das mudanças climáticas seguem exigindo atenção redobrada. Dados do Simepar mostram que novembro de 2025 apresentou um cenário fora do padrão no Paraná, com volumes de chuva acima da média, temperaturas atípicas e a ocorrência de tornados e tempestades com granizo — eventos que costumam elevar significativamente os acionamentos de seguro. Para Arilton Viana, especialista da Pansera Corretora, o contexto reforça a necessidade de revisão constante das coberturas.
As projeções da CNseg corroboram esse movimento. A entidade estima que o mercado segurador brasileiro deverá crescer cerca de 8% em 2026, ritmo superior ao PIB projetado para o período. Segundo o presidente da Confederação, Dyogo Oliveira, o setor entra em uma etapa, consciente dos desafios históricos de baixa proteção no país e disposto a enfrentá-los de forma estruturada.
Em comum, todas essas frentes revelam um mercado em transformação, que enxerga tecnologia, prevenção e proximidade com o cliente não como discursos, mas como caminhos de acesso à proteção, à confiança e ao crescimento consistente no longo prazo.
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