Revista JRS 298: REP Benefícios reposiciona debate sobre saúde corporativa e lança nova marca

REP Benefícios reposiciona o debate sobre saúde corporativa e lança marca com foco em gestão, longevidade e sustentabilidade.

Rotatividade elevada e inflação médica persistentemente acima da média da economia consolidaram-se como dois dos principais desafios enfrentados por gestores e áreas de Recursos Humanos no Brasil. Estudos de mercado apontam que a inflação médica cresce, ano após ano, em ritmo superior ao IPCA, pressionando orçamentos corporativos e exigindo planejamento.

A REP Benefícios apresenta ao mercado sua nova marca e um posicionamento sobre o bem-estar corporativo que deixou de ser um custo obrigatório para assumir sustentabilidade financeira e operacional das empresas. O lançamento, realizado na Fábrica do Futuro, em Porto Alegre, reuniu lideranças empresariais, executivos do setor, parceiros e convidados em um debate qualificado sobre o futuro do trabalho, do cuidado e da gestão de pessoas.

O momento também é marcado por mudanças regulatórias. Com vigência prevista para maio deste ano, as atualizações da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que passam a incorporar de forma estruturada o gerenciamento dos riscos psicossociais no ambiente de trabalho, têm provocado reflexões profundas no meio corporativo. No GBOEX, empresa centenária e historicamente ligada ao cuidado com as famílias brasileiras, esse movimento vem sendo tratado não apenas como uma adequação legal, mas como uma oportunidade concreta de aprofundar práticas de cuidado e fortalecer a cultura organizacional.

Segundo a gerente de Recursos Humanos do GBOEX, Rosângela Fragoso, “a empresa, especialista em previdência e seguro de pessoas, já adotava, antes mesmo da atualização da norma em agosto de 2024, práticas alinhadas às novas diretrizes”. Entre as iniciativas implementadas estão a revisão do Código de Ética e Conduta, a realização de palestras e treinamentos voltados à conscientização e à prevenção de diferentes formas de assédio no ambiente corporativo – envolvendo alta administração, lideranças e colaboradores – além da implantação de um canal de denúncias terceirizado, que assegura anonimato total e segurança aos usuários.

Outra transformação estrutural está em ascensão no setor de saúde. A consolidação da telemedicina no Brasil entrou em uma nova fase. Se, inicialmente, o atendimento remoto ampliava o acesso e reduzia distâncias, hoje a combinação entre inteligência artificial, análise de dados e protocolos clínicos estruturados reposiciona o modelo como parte estratégica do cuidado contínuo. É o que o Grupo PróVida define como Telemedicina 3.0: um sistema que acompanha o paciente de forma longitudinal, com impacto direto na prevenção, na gestão de doenças crônicas e na sustentabilidade do sistema de saúde.

Por fim, o JRS celebra um momento de orgulho e reconhecimento interno. A jornalista Fernanda Torres, integrante da equipe de conteúdo da empresa, é finalista do VIII Prêmio de Jornalismo em Seguros, promovido pela Fenacor, ENS e CNseg — uma das mais importantes premiações do setor no país. A profissional concorre com a reportagem “Cotidiano e Esperança: os caminhos de Diandra e Wesley nas APAEs gaúchas”, na categoria FenaCap – Capitalização, que reconhece trabalhos voltados à compreensão da modalidade como instrumento de disciplina financeira, formação de reservas e apoio ao planejamento de médio e longo prazo.

Um reconhecimento que reforça o papel do jornalismo especializado na construção de um setor mais informado, transparente e conectado aos desafios da sociedade.

Boa leitura!

Crédito foto:

JRS

Crédito texto:

Fernanda Torres

Publicado por:

Picture of Redação JRS

Redação JRS