Revista JRS 305: Grupo Exalt — a estratégia do grupo que mais cresce no Brasil

Nesta edição, iniciativas que conectam arte e renovação urbana, prevenção da violência, expansão dos serviços de saúde e proteção das empresas

No universo das corretoras, a discussão passa por uma atuação cada vez mais processual. A Exalt parte da ideia de que uma rede de corretores pode ir além da conexão entre profissionais e seguradoras, avançando sobre uma dimensão muitas vezes pouco visível, mas decisiva para o funcionamento das empresas: os bastidores da operação.

À frente desse movimento, Alexandre Federman, CEO da Exalt, defende uma mudança de perspectiva dentro do grupo, com suporte compartilhado em áreas como recursos humanos, marketing, tecnologia, finanças e operações. A proposta permite que o corretor concentre tempo naquilo que exige sua experiência e relacionamento com o cliente.

A mesma lógica de integração também se estende à relação com as seguradoras. Segundo Federman, uma rede precisa gerar valor para os diferentes lados dessa cadeia.

A transformação, no entanto, não acontece apenas dentro das empresas. Em Porto Alegre, a ApliCap Capitalização patrocina o projeto Horizontes Urbanos, realizado em parceria com o Instituto Caldeira, aproximando o mercado de uma iniciativa que discute a renovação do 4º Distrito por meio da arte.

O projeto reúne quatro murais de grandes dimensões, assinados por Speto, Xadalu Brasil, Pamela Zorn e Mabel Vicentef. Instaladas nos arredores do Instituto Caldeira, as obras abordam memória, reconstrução, pertencimento, sustentabilidade e as transformações dos espaços urbanos.

Paralelamente, surgem transformações indispensáveis em espaços nos quais a omissão cobra um preço elevado. A prevenção do feminicídio exige intervenção prévia aos episódios extremos de agressão. A compreensão de múltiplos abusos e a consolidação de alianças protetivas pautaram o encontro promovido pelo Clube de Seguros de Vida e Benefícios do Rio Grande do Sul (CVG RS), sediado na capital gaúcha durante o mês de agosto.

Ao apresentar a cartilha sobre o tema, Juliano Ferrer, advogado e sócio do CJosias & Ferrer, lembrou que a iniciativa nasceu da necessidade de transformar preocupação em ação. Ferrer também chamou os homens à responsabilidade diante dessa realidade.

No campo da saúde, os números também ajudam a contar uma história de expansão. No primeiro semestre de 2026, o Grupo PróVida registrou crescimento de 92% nas vendas na comparação com o mesmo período do ano anterior. No intervalo, o volume de cancelamentos caiu 55%, enquanto as policlínicas do grupo contabilizaram mais de 129 mil atendimentos entre consultas e exames.

Para Rafael Leonel, CCO do Grupo PróVida, os resultados refletem o direcionamento adotado pela organização. A busca por crescimento, porém, precisa caminhar ao lado da capacidade de proteger o que já foi construído. 

No ambiente empresarial, planejamento financeiro e proteção patrimonial ocupam papel cada vez mais relevante diante de imprevistos capazes de comprometer operações e investimentos.

É nesse ponto que a Patzlaff Seguros reforça a análise de acordo com a realidade da empresa, evitando soluções padronizadas para riscos que podem ser diferentes entre si.

É a partir dessas iniciativas que o segmento evidencia sua abrangência. A atividade securitária expande na medida em que direciona atenção à governança, modernização, bem-estar e evolução dos espaços onde atua.

Nesta edição, a JRS acompanha algumas dessas mudanças e mostra como diferentes iniciativas ajudam no relacionamento com profissionais, empresas e sociedade.

Boa leitura!

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Fernanda Torres

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Helena Toniolo