Seguro, a ferramenta de continuidade: Pansera vê na proteção um investimento de longo prazo

Resultado reflete uma combinação de fatores sazonais, como o encerramento da colheita do algodão e os efeitos da seca em algumas regiões.
Roberto Pansera, Vice-Presidente da Pansera Corretora de Seguros.

 

Apesar da leve retração de 0,1% no setor agropecuário no segundo trimestre de 2025, segundo dados divulgados pelo IBGE, o desempenho acumulado em 12 meses segue positivo, com alta de 10,1%. O resultado reflete uma combinação de fatores sazonais, como o encerramento da colheita do algodão e os efeitos da seca em algumas regiões, especialmente do Centro-Oeste e Sul do país.

Ainda assim, o agronegócio mantém seu papel no crescimento da economia brasileira e continua sendo um dos impulsionadores da demanda por seguros rurais, patrimoniais e de máquinas agrícolas.

Para Roberto Pansera, Vice-Presidente da Pansera Corretora de Seguros, o momento é de atenção, mas também de oportunidade.

A leve queda registrada neste trimestre não muda o cenário estrutural do agronegócio, que segue forte e em expansão. O produtor rural brasileiro tem se mostrado cada vez mais profissional, investindo em tecnologia, gestão e, principalmente, em proteção patrimonial. É um público que entende que o seguro é parte da estratégia de sustentabilidade do negócio”, avalia.

Segundo ele, a volatilidade climática e a instabilidade nos custos de produção reforçam a importância da cultura de prevenção no campo.

A seca e os eventos climáticos extremos trazem impactos diretos. O seguro agrícola, o de equipamentos e o patrimonial rural são essenciais para dar previsibilidade ao produtor. A gente percebe uma conscientização crescente — o produtor já não vê mais o seguro como um custo, mas como uma ferramenta de continuidade”, destaca.

Roberto ainda ressalta o avanço da digitalização e das soluções personalizadas na aproximação com o corretor de seguros. “Hoje atendemos o produtor com agilidade, com produtos ajustados à realidade regional. O corretor se tornou um parceiro estratégico do campo, oferecendo não só proteção, mas também orientação financeira e de gestão de risco”, completa.

Mesmo diante da oscilação trimestral, o setor deve continuar sendo um dos pilares da economia brasileira em 2025, impulsionando empregos, exportações e inovação. O agronegócio brasileiro é resiliente. O que se vê no horizonte é um campo cada vez mais tecnificado, preparado e consciente do valor da proteção.

Crédito foto:

Divulgação Pansera

Crédito texto:

Fernanda Torres

Publicado por:

Picture of Redação JRS

Redação JRS