Buscas no Google por ‘seguro de vida’ crescem no Brasil e indicam mudança na percepção do consumidor

Para a Azos, o aumento nas pesquisas online reflete conscientização financeira e abre espaço para atuação consultiva dos corretores

O interesse pelo termo “seguro de vida” no Brasil praticamente dobrou em relação ao período pré-pandemia e hoje se mantém em um patamar estruturalmente elevado.

Nos últimos cinco anos, o índice médio de buscas se consolidou em torno de 50 a 60 pontos no Google Trends, acima dos níveis registrados antes de 2020. O movimento revela não apenas um aumento pontual de atenção, mas uma mudança gradual na forma como o consumidor enxerga a proteção financeira.

Para a Azos, especializada nesse segmento, o aumento nas buscas vai além de um interesse pontual e sinaliza uma mudança cultural na forma como o brasileiro enxerga a proteção financeira.

Esse aumento nas buscas mostra que o seguro de vida está entrando cada vez mais no radar das pessoas. Durante muito tempo foi um tema evitado ou pouco compreendido. Hoje vemos mais curiosidade, mais perguntas e mais gente tentando entender como se proteger financeiramente”, afirma João Levandowski, diretor comercial da companhia.

Segundo o executivo, as pesquisas online representam frequentemente o primeiro passo da jornada do consumidor em direção ao produto.

A busca no Google muitas vezes é o início do processo. A pessoa começa pesquisando, tenta entender como funciona, quanto custa e o que cobre. Nem toda busca vira contratação imediata, mas ela abre uma porta”, explica.

Nesse intervalo entre a curiosidade inicial e a decisão de contratação, ganha relevância o papel do corretor de seguros. Na avaliação da Azos, o profissional passa a assumir uma função cada vez mais consultiva, ajudando a transformar informações dispersas em uma decisão alinhada ao perfil e às necessidades de cada cliente.

O corretor deixa de começar do zero e passa a atuar mais como um consultor que ajuda a traduzir as informações que o cliente já pesquisou, ajustar coberturas e orientar a melhor decisão para cada realidade”, destaca Levandowski.

 

Pandemia e educação financeira impulsionam interesse

Para explicar o crescimento do interesse pelo produto, o executivo aponta uma combinação de fatores. Entre eles, o impacto da pandemia, que evidenciou vulnerabilidades antes pouco discutidas, e o avanço da educação financeira no país.

A maior familiaridade dos consumidores com processos de pesquisa e comparação de produtos também contribui para esse movimento.

Hoje as pessoas estão mais acostumadas a pesquisar, comparar e entender produtos antes de tomar decisões. O seguro de vida está começando a entrar nesse movimento”, observa.

Outro elemento relevante é a mudança geracional. Consumidores mais jovens chegam ao mercado com menor resistência ao tema e maior disposição para entender o funcionamento das coberturas antes da contratação.

 

Consumidor informado muda a dinâmica do mercado

A digitalização da jornada de compra tem alterado a dinâmica da relação entre clientes e corretores. Segundo Levandowski, o consumidor que chega hoje ao corretor frequentemente já realizou uma etapa prévia de pesquisa.

Esse novo comportamento muda o ponto de partida das conversas e exige uma abordagem mais orientada à consultoria.

O cliente chega com perguntas mais específicas e com uma ideia inicial do produto. O papel do corretor passa a ser ajudar a organizar essas informações e traduzir as opções disponíveis”, afirma.

 

Tecnologia e corretor caminham juntos

Diante desse cenário, Levandowski destaca que o mercado precisa acompanhar o aumento do interesse pelo produto com experiências de contratação mais simples e eficientes.

Se o processo continuar burocrático ou demorado, muita gente desiste no meio do caminho”, alerta.

Para a Azos, o caminho está na integração entre tecnologia e atuação humana. Enquanto soluções digitais ajudam a simplificar processos e reduzir etapas, o corretor mantém o papel fundamental de orientação e personalização das coberturas.

Quando essas duas coisas funcionam bem, o seguro deixa de parecer complexo e passa a ser uma decisão natural de proteção”, conclui o executivo.

 

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Fernanda Torres

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