Exalt Saúde aposta em especialização e presença para ampliar atuação dos corretores no mercado de saúde suplementar

Alexandre Federman, CEO do Grupo Exalt, destaca o papel do braço da Exalt em saúde na geração de oportunidades comerciais e analisa os desafios de um setor marcado pela alta dos custos assistenciais e por consumidores exigentes
Alexandre Federman, CEO do Grupo Exalt.

 

A assistência médica suplementar no Brasil atravessa um período de transformações. Pressão dos custos assistenciais, avanço da digitalização e mudanças no comportamento dos beneficiários exigem atuação consultiva dos profissionais do segmento de proteção e convênios. Nesse cenário, qualificação e acesso a estruturas de apoio ganham relevância entre corretores focados na expansão do portfólio e no crescimento dos negócios.

É nesse contexto que a Exalt Saúde consolida sua presença. Integrada à estratégia do Grupo Exalt, a empresa surgiu com a proposta de reduzir as barreiras que dificultam a entrada de profissionais nesse segmento, oferecendo suporte técnico, inteligência comercial, tecnologia e relacionamento com operadoras.

Segundo Alexandre Federman, CEO do Grupo Exalt, a iniciativa surgiu da percepção de que muitos profissionais já possuem uma base de clientes com potencial para contratar planos de saúde, mas enfrentam dificuldades para explorar esse nicho.

“A Exalt Saúde nasceu da percepção de que existia uma grande oportunidade de desenvolvimento no mercado de saúde suplementar, mas também uma importante barreira de entrada para muitos corretores de seguros. O segmento exige conhecimento técnico, relacionamento com operadoras, domínio de processos e uma estrutura operacional especializada”, explica.

O trabalho dos profissionais ganha agilidade sem as travas operacionais da área. Alinhado ao plano da empresa ganha iniciativa, impulsionando os resultados do canal parceiro.

“Reforçamos esse propósito e ampliamos nossa ambição: transformar a Exalt Saúde em uma plataforma de crescimento, capaz de gerar novas receitas, diversificar os negócios dos nossos parceiros e fortalecer o protagonismo dos corretores no mercado de saúde. Com a Exalt Saúde, todo corretor passa a ser especialista no segmento”, afirma Federman.

Atualmente, a prioridade da empresa é o desenvolvimento comercial dos parceiros na saúde suplementar, combinando apoio operacional, conhecimento técnico e inteligência de mercado. “Entendemos que o corretor precisa concentrar sua energia naquilo que realmente gera valor: relacionamento, prospecção, consultoria e desenvolvimento de novos negócios. Para isso, oferecemos uma estrutura especializada que reúne suporte técnico, inteligência comercial, relacionamento com operadoras, tecnologia e apoio operacional”, destaca.

Alexandre atrela o avanço da companhia ao fortalecimento da eficiência, do faturamento e da perenidade das corretoras parceiras, o resultado vai além do volume bruto de negócios, medindo sucesso pelo salto de desempenho conquistado pelos profissionais alinhados à marca. A meta é posicionar a Exalt Saúde entre as principais plataformas de desenvolvimento comercial em saúde suplementar do Brasil.

“Não queremos ser apenas mais uma assessoria que oferece acesso a produtos e condições comerciais. Queremos construir um ecossistema capaz de conectar corretores, operadoras e oportunidades de negócios de maneira inteligente e eficiente”, pontua.

As mudanças no comportamento dos beneficiários também influenciam a forma de atuação dos corretores. Com maior acesso à informação e atenção à relação entre preço, qualidade e experiência, a contratação de um plano de saúde passou a envolver decisões mais criteriosas.

Esse movimento ocorre em meio à alta dos custos assistenciais e ao impacto das despesas médicas nos orçamentos de famílias e empresas. Para Federman, a combinação desses fatores reforça a importância de uma orientação qualificada durante a escolha da cobertura.

“O consumidor não procura apenas um plano de saúde. Ele busca segurança, previsibilidade, acesso a uma rede de atendimento adequada e, principalmente, confiança de que terá suporte quando realmente precisar”, observa.

Nesse ambiente, o executivo avalia que a comercialização baseada exclusivamente na oferta de produtos tende a perder espaço para um atendimento alinhado às características e necessidades de cada pessoa.

“Essa transformação exige uma mudança importante na atuação do corretor. A venda puramente transacional perde espaço para uma abordagem consultiva, baseada no entendimento das necessidades de cada cliente”, explica.

Para ele, o profissional terá um papel cada vez mais relevante na orientação das decisões relacionadas à proteção e aos cuidados com a saúde.

“O futuro desse mercado não pertence necessariamente a quem vende mais planos, mas a quem consegue entregar mais valor e confiança ao beneficiário”, acrescenta.

Apesar das perspectivas de expansão, o setor ainda enfrenta obstáculos relacionados à complexidade dos produtos, à burocracia e à falta de integração entre sistemas.

A diversidade de redes credenciadas, regras de utilização, reajustes, carências e modalidades de contratação dificulta a compreensão do consumidor, especialmente quando as informações não são apresentadas com clareza.

“Acredito que um dos maiores desafios do setor seja reduzir a distância entre a complexidade dos produtos e a capacidade de compreensão do consumidor. Muitas vezes, essas informações não chegam ao beneficiário com a clareza necessária”, afirma Federman.

A eficiência operacional também merece atenção. Processos manuais e tarefas administrativas consomem tempo que poderia ser dedicado ao atendimento e à prospecção comercial.

Outro ponto destacado pelo executivo é o aproveitamento dos dados na administração das carteiras. Uma atuação orientada por informações permitiria antecipar demandas, acompanhar as necessidades dos clientes e reconhecer possibilidades de expansão.

“Ainda existem processos burocráticos, pouca integração entre sistemas e uma sobrecarga administrativa que compromete a produtividade dos corretores e a experiência dos clientes. Muitas empresas ainda atuam de maneira reativa, quando poderiam antecipar necessidades, identificar oportunidades e trabalhar de forma mais estratégica”, analisa.

É nessas lacunas que a Exalt Saúde pretende concentrar parte de seus esforços, com iniciativas voltadas à simplificação da jornada comercial e à redução do peso das atividades operacionais na rotina dos parceiros.

A incorporação de novas tecnologias está entre as diretrizes que orientam a expansão da Exalt Saúde. A estratégia se apoia em três frentes principais: automação de processos, uso inteligente de dados e desenvolvimento de ferramentas para simplificar o trabalho dos corretores.

Para Federman, entretanto, a inovação precisa gerar resultados concretos, com ganhos de produtividade e melhorias na experiência de clientes e parceiros.

“Não acreditamos em inovação apenas como discurso ou como adoção de ferramentas modernas. Para nós, inovar significa resolver problemas reais, eliminar ineficiências e criar novas possibilidades de crescimento”, explica.

A expectativa é que os recursos tecnológicos ampliem a capacidade operacional da empresa, permitindo atender mais parceiros sem comprometer a proximidade no relacionamento.

Nesse processo, o executivo defende que a digitalização complemente, em vez de substituir, a atuação humana, especialmente em um setor no qual confiança e orientação são decisivas.

“A tecnologia deve assumir as tarefas repetitivas para que as pessoas possam se dedicar àquilo que nenhuma máquina substitui plenamente: confiança, relacionamento e capacidade de compreender as necessidades humanas. Esse é o equilíbrio que queremos construir na Exalt Saúde”, destaca.

Ao projetar o cenário dos próximos anos, Federman identifica mudanças estruturais que devem impactar diretamente o setor e seus canais de distribuição. Entre as principais tendências estão a pressão contínua sobre os custos assistenciais, a expansão da inteligência artificial, o avanço da digitalização e a demanda crescente por soluções personalizadas, tanto no mercado individual quanto no empresarial.

Esse cenário deve ampliar a necessidade de qualificação dos corretores, que precisarão lidar com produtos mais complexos e consumidores cada vez mais atentos às condições de contratação. “O mercado está se tornando complexo, e atuar de maneira competitiva exigirá conhecimento, tecnologia e capacidade operacional”, avalia.

“Nosso compromisso é preparar os corretores para liderar essa transformação, e não simplesmente reagir a ela. Queremos que a Exalt Saúde seja uma das principais ferramentas de crescimento dos nossos parceiros e uma referência na construção de um mercado de saúde suplementar mais profissional, eficiente e sustentável”, conclui Federman.

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Divulgação Exalt

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Fernanda Torres

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