Planos de saúde em 2027: empresas estão preparadas para os próximos reajustes?

REP Talks promove debate sobre os desafios do orçamento de saúde corporativa, os fatores que pressionam os custos e a importância de uma gestão especializada

Com a aproximação de 2027, uma preocupação ganha espaço nas agendas dos gestores de Recursos Humanos e das diretorias financeiras: como prever os custos dos planos de saúde empresariais em um cenário de crescente pressão sobre as despesas assistenciais?

Diferentemente de outras despesas corporativas, os planos de saúde possuem uma dinâmica própria de formação de custos, influenciada pela inflação médica, pela incorporação de novas tecnologias, pelo envelhecimento da população e pelo comportamento de utilização dos beneficiários.

Nesse contexto, a questão não é apenas quanto os planos de saúde poderão aumentar em 2027, mas o quanto as empresas estão preparadas para compreender, administrar e negociar esses custos. Para ampliar essa discussão, a REP Benefícios promove, no dia 29 de outubro, às 9h, mais uma edição do REP Talks. O encontro contará com a participação de Fernanda Brusque Rodrigues, diretora de Gente e Gestão; Graziella Ranzan, superintendente de Mercado da Unimed; e Maurício Junqueira, diretor da REP Benefícios. Os convidados debaterão o planejamento do orçamento de saúde corporativa para 2027.

 

Planos de saúde: o reajuste é o problema ou a consequência?

Uma das principais reflexões do encontro será sobre a maneira como as empresas administram seus contratos de saúde. Tradicionalmente, grande parte da atenção se concentra no momento da renovação, quando a operadora apresenta a proposta de reajuste. Mas será que esse é o momento adequado para começar a discutir os custos?

Para Maurício Junqueira, diretor da REP Benefícios, a questão exige uma mudança de perspectiva.

“O reajuste é uma consequência do comportamento do contrato. O grande desafio das empresas é deixar de administrar apenas o percentual apresentado pela operadora e passar a compreender os fatores que produzem esse resultado.”

 

Gestão de saúde: custo ou investimento estratégico?

Outro tema em debate será o papel da gestão especializada na sustentabilidade dos benefícios corporativos. Como identificar oportunidades de economia sem comprometer a qualidade da assistência? Quais informações são realmente importantes na projeção do orçamento? E como avaliar se as iniciativas de saúde oferecidas aos colaboradores estão produzindo resultados?

Essas são algumas das questões que serão abordadas durante o encontro.

Segundo Junqueira, “o plano de saúde precisa ser administrado com a mesma disciplina financeira e gerencial aplicada às demais despesas estratégicas da organização, sem perder de vista sua principal finalidade: cuidar das pessoas”.

 

Tomada de decisões

O REP Talks será direcionado especialmente a empresários, executivos, diretores financeiros e profissionais de Recursos Humanos envolvidos na gestão dos benefícios corporativos.

A proposta é oferecer uma visão mais clara dos desafios do setor, dos riscos para 2027 e da importância de decisões fundamentadas em informações técnicas e assistenciais.

Mais do que discutir quanto os planos de saúde poderão aumentar, o objetivo é estimular uma reflexão sobre as medidas que as empresas podem adotar desde já para construir um orçamento mais previsível e sustentável.

 

REP Talks | Orçamento de Saúde 2027

Data: 29 de outubro de 2026

Horário: 9h
Realização: REP Benefícios

Tema: Planejamento e gestão dos planos de saúde corporativos para 2027

Uma conversa voltada a quem busca compreender melhor os custos da saúde corporativa e tomar decisões mais seguras para o próximo ano.

Crédito foto:

Magnific

Crédito texto:

Fernanda Torres

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