Mais de 50% do quadro da PróVida é composto por mães

Banco de horas e suporte humanizado ajudam colaboradoras a equilibrar rotina profissional e familiar

A presença feminina no mercado de trabalho segue crescendo, mas os desafios relacionados à maternidade ainda fazem parte da realidade corporativa de muitas empresas. Na PróVida, porém, um dado chama atenção: mais de 50% do quadro de colaboradores é formado por mães.

Segundo Patrícia Oliveira, o percentual demonstra não apenas a forte presença feminina dentro da empresa, mas também um ambiente que permite conciliar desenvolvimento profissional e rotina familiar.

Mais do que um número, isso reflete um espaço onde mulheres e mães conseguem desenvolver suas carreiras e contribuir diretamente para o crescimento da empresa”, afirma.

Flexibilidade e adaptação

Embora a empresa não possua uma política formal específica voltada exclusivamente à experiência materna, a executiva destaca que a empresa busca manter uma cultura baseada em acolhimento, diálogo e flexibilidade.

Um dos mecanismos utilizados é o banco de horas, que facilita ajustes de rotina em situações relacionadas aos filhos e à vida familiar. “Priorizamos um suporte humanizado, respeitando as necessidades individuais de cada colaboradora dentro das possibilidades organizacionais e da legislação vigente”, explica.

Segundo Patrícia, a gravidez, retorno da licença e os primeiros anos dos filhos exigem sensibilidade por parte das lideranças e adaptação constante da rotina corporativa.

Maternidade não é obstáculo na performance

Na avaliação da empresa, a maternidade não compromete a produtividade ou o desempenho profissional. Pelo contrário.

Nossos dados apontam que as mulheres mães são mais comprometidas, engajadas e de fácil adaptação no ambiente laboral”, destaca.

Atuando na área da saúde, a PróVida afirma que características como cuidado, empatia, dedicação e flexibilidade acabam sendo valorizadas dentro da operação, o que contribui para uma presença feminina expressiva na equipe.

Corporativo ainda precisa de avanço

Apesar do cenário interno positivo, Patrícia avalia que o mercado ainda possui espaço para evoluir quando o assunto é apoio à maternidade no ambiente profissional.

Acreditamos que as empresas ainda podem avançar bastante na criação de políticas mais estruturadas, programas de flexibilidade, suporte emocional e desenvolvimento de carreira para mães”, afirma.

Para ela, a valorização da maternidade vai além da oferta de benefícios formais e passa diretamente pela cultura organizacional.

Crédito foto:

Arquivo pessoal | Divulgação Grupo PróVida

Crédito texto:

Fernanda Torres

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Helena Toniolo