Patzlaff reforça a importância do Seguro RC-V no transporte de cargas

Cobertura obrigatória protege operações logísticas contra danos a terceiros e exige gestão contínua de riscos
Bruna Dal Pubel, coordenadora do Seguro de Transporte de Cargas da Patzlaff.

 

Com atuação especializada no segmento logístico, a Patzlaff acompanha de perto as mudanças regulatórias que impactam o setor no Brasil. Entre elas, destaca-se a obrigatoriedade do Seguro de Responsabilidade Civil de Veículo (RC-V), prevista na Lei nº 14.599/2023 e regulamentada pela Resolução CNSP nº 478/2024.

A apólice indeniza danos materiais e corporais causados a terceiros em acidentes envolvendo veículos utilizados no transporte rodoviário de cargas e passou a ser um requisito essencial para a regularidade das operações. Na avaliação da Patzlaff, a mudança reforça a necessidade de uma gestão de riscos mais estruturada e de coberturas alinhadas à realidade de cada operação.

Além de atender à legislação, o RC-V garante a proteção financeira em casos de danos materiais ou corporais causados a terceiros durante a circulação do veículo”, explica Bruna Dal Pubel, coordenadora do Seguro de Transporte de Cargas da Patzlaff.

Apesar de obrigatório, o RC-V ainda gera dúvidas entre empresas do setor, especialmente em relação às diferenças entre as modalidades de seguro disponíveis no transporte de cargas. Bruna esclarece que o RC-V tem foco na responsabilidade civil do veículo, enquanto os seguros RCTR-C e RC-DC estão voltados à proteção da mercadoria transportada.

O RC-V cobre danos causados a terceiros pelo veículo durante a operação. Já os seguros RCTR-C e RC-DC protegem a mercadoria transportada”, ressalta.

No momento da contratação, segundo a especialista, é essencial observar fatores como limites de indenização, tipo de atividade e aderência da apólice à realidade operacional. A ausência da cobertura pode trazer impactos relevantes. Além da exposição financeira em caso de acidentes, há risco de sanções regulatórias.

Sem uma cobertura de RC-V, há possibilidade de multas e bloqueio pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT)”, alerta.

A contratação do seguro também exige acompanhamento constante. Entre os erros mais comuns estão limites insuficientes, falta de atualização das informações operacionais e divergências entre a atividade declarada e a operação real.

Também são recorrentes falhas na gestão de endossos e renovações, além do descumprimento de exigências relacionadas à documentação fiscal e às regras de gerenciamento de risco.

A falta de atenção às exigências de documentação fiscal e às regras de gerenciamento de risco pode resultar na negativa de indenização em caso de sinistro”, pontua Bruna.

Para evitar esse tipo de situação, a Patzlaff atua de forma consultiva, analisando cada operação de forma individualizada, considerando tipo de carga, rotas, perfil de risco e estrutura operacional.

A partir dessa análise, estruturamos soluções personalizadas e acompanhamos continuamente as operações para ajustar as coberturas sempre que necessário”, afirma a coordenadora.

A atuação da corretora também se estende ao suporte estratégico, com foco em previsibilidade e fortalecimento da segurança operacional ao longo das atividades logísticas. Esse acompanhamento próximo permite que o seguro acompanhe a dinâmica das operações, reduzindo vulnerabilidades e ampliando a eficiência na gestão de riscos.

O principal diferencial da Patzlaff está na proximidade com a realidade operacional de cada cliente. Esse acompanhamento permite soluções mais aderentes e uma gestão de riscos mais eficiente ao longo de toda a operação”, destaca Bruna.

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Priscilla Freitas

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